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Direito do Trabalho · Empregadores · LEM, BA

Advogado trabalhista para empresas em Luís Eduardo Magalhães

Maxsuell Bomfim (OAB/BA 89.162) assessora empregadores de Luís Eduardo Magalhães, como fazendas, transportadoras, algodoeiras, revendas de máquinas e comércio, na defesa de reclamações trabalhistas e na prevenção de passivo: controle de jornada de motoristas, contratos de safra, NR-31 e NR-12, alojamentos e terceirização.

Conteúdo escrito e revisado por Maxsuell Bomfim · OAB/BA nº 89.162 · Atualizado em

Maxsuell Bomfim, advogado trabalhista para empresas em luís eduardo magalhães

Onde o passivo das empresas de LEM costuma nascer

A safra concentra contratações em poucas semanas, muitas vezes de trabalhadores vindos de outros estados. Nesse ritmo, registro, jornada, alojamento e segurança ficam para depois, e é aí que se forma o passivo que aparece anos mais tarde na Justiça do Trabalho.

  • Jornada de motoristas sem controle confiável, exigido pela Lei 13.103/2015
  • Contratos de safra e por prazo determinado redigidos sem observar a lei
  • Segurança em máquinas e equipamentos (NR-12) e no trabalho rural (NR-31)
  • Alojamento, transporte e alimentação de trabalhadores de fora
  • Banco de horas e compensação sem acordo válido
  • Terceirização de colheita, transporte e manutenção sem fiscalização do contratado

Defesa em reclamação trabalhista

A defesa começa pela organização dos documentos: registros de ponto ou de jornada, holerites, recibos de férias, termos de rescisão, ordens de serviço de segurança e comprovantes de entrega de EPI. Ausência à audiência gera revelia. Com o preposto preparado e os documentos certos, é possível contestar pedidos inflados e avaliar com números se um acordo compensa.

Rotina preventiva

Uma auditoria trabalhista periódica revisa contratos, jornada, folha e segurança antes que a fiscalização ou um processo o façam. Para empresas com grande volume de contratações na safra, modelos de contrato, procedimentos de admissão e de desligamento e treinamento dos gestores reduzem o risco de forma concreta.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

A empresa precisa controlar a jornada do motorista?

Sim. A Lei 13.103/2015 atribui ao empregador o controle fiel da jornada do motorista profissional, que pode ser feito por meios eletrônicos instalados no veículo, como rastreadores e diários de bordo.

Banco de horas pode ser feito por acordo individual?

Sim, desde que a compensação ocorra em até seis meses (art. 59, § 5º, da CLT). Prazos maiores exigem acordo ou convenção coletiva.

A fazenda responde pelos empregados do prestador de colheita?

Pode responder de forma subsidiária, se o prestador não pagar. Exigir comprovantes de salários, FGTS e INSS do contratado reduz esse risco.

O que a NR-31 exige no alojamento de trabalhadores rurais?

Condições adequadas de higiene, conforto e segurança, como camas, instalações sanitárias, água potável e local para refeições. Alojamento irregular é causa frequente de autuação e de pedidos de indenização.

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